Diagnóstico laboratorial da febre tifoide em pacientes atendidos no hospital Josina Machel, no segundo semestre de 2024
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Instituto Superior de Angola
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Resumo
Este estudo sobre o diagnóstico laboratorial da febre tifóide, realizado no hospital Josina Machel, teve como alvos 10 profissionais da área de análises clínicas. A pesquisa revelou um perfil predominantemente feminino (60%), com idades entre 32 e 38 anos (50%) e com um grande número de técnicos de nível médio (70%). A maior parte dos profissionais tinha menos de 5 anos de experiência (50%). Em relação aos exames realizados, 70% dos profissionais realizam a Reação Widal, enquanto apenas 10% realizam o exame de coprocultura. Isso pode indicar uma dependência excessiva do primeiro exame, sem considerar a utilidade de outros testes importantes para o diagnóstico da febre tifóide. Embora 100% dos profissionais tenham indicado confiança nos exames realizados, somente 60% afirmaram realizar a interpretação correta dos resultados, indicando uma possível lacuna na formação ou na experiência interpretativa. A prevalência de casos de febre tifóide foi considerada alta por 80% dos profissionais.O estudo sugere que são necessários treinamentos adicionais, revisão dos protocolos diagnósticos, e um incentivo maior ao uso de exames como a coprocultura para uma maior precisão diagnóstica. A pesquisa também aponta a importância de melhorar a formação contínua dos profissionais para garantir a qualidade do diagnóstico e tratamento da febre.
Descrição
Trabalho de Fim de Curso apresentado ao Instituto Superior de Angola como requisito para a obtenção do grau de Licenciado em Análises Clínicas, Departamento de Ciências da Saúde.